quarta-feira, 30 de maio de 2012

Tempos Azedos

Fingir que ninguém pode achar as falácias de rosa dessa manhã...
A fruta proibida, olhos escondidos
Fazem referência ao que eu desprezo em mim
Dê uma volta, tome um trago agora
Porque ninguém ama, é verdade.
Encoberto pela crença cega que fantasiam as telas cheias de pecado...
Tolere os fatos ou morrerá cedo!
Termine as promessas, não precisa mentir Curta!
Quem sou eu, o que e por que?
Porque tudo o que me sobrou são as recordações de ontem
Oh, essas épocas azedas!
Depois de um tempo o gosto amargo
Da inocência, decência ou raça
Sementes espalhadas, vidas enterradas
Mistérios de nossos disfarces revolve
A circunstância decidirá.
Porque ninguém ama, é bem verdade!

Portishead- Sour times.

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