quarta-feira, 15 de junho de 2011

-Minha mente'


Quando me sento a pensar por um tempo
Minha mente distribuídos a milhares de quilômetros
Pensar sobre o sol
Que seca minhas roupas na linha
Pensando sobre a chuva
Isso vai crepitando na minha janela...

E o povo pecador, que chamam de "meu senhor" em vão
Minha mente continua acontecendo, e assim por diante...
Como eu cantar minha musiquinha
Pensando sobre o meu garoto que tem me deixado e ido embora
Ao sentar-me e pensar um pouco...
Isso vai crepitando na minha janela
E o povo pecador, que percorreu um longo caminho em vão
Minha mente continua acontecendo, e assim por diante...
Pensando em minha mãe e meu pai também
Pensando em minhas irmãs e meus irmãos também
Pensando em minha vida e meu futuro esposo
Minha mente continua acontecendo, e assim por diante...
Minha mente sempre em frente e avante, avante e assim por diante.

Hugh Mundell.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Dançar meu mundo!


Dançar meu mundo, meu mundo dança. E aqui se embalança! Agora na hora dança, o meu mundo dança! Na hora vamos embora, pois já está na hora. Você ver em mim, coração assim, quer amar assim. Coração avisa. Mulheres, sombras bonitas e o sol, dos desejos dos tios e das avós, muitas crianças bonitas chorando... E o desejo, os desejos erros. O desejo meigo.
Agora na hora dança... Conforto alucinante, tranqüilidade na clareira do caos. O ponteiro, ele rodou mais rápido no mesmo relógio de ontem. O que as horas guardam nos espaços do contratempo?
O desejo é um tempo parado. É quando se trocam as datas dos bichos e das flores. É quando aumenta a rachadura da velha parede. É quando se vira a folha, a folha da história... É quando se pinta um fio branco na cabeleira preta. É quando se endurece o rastro de sorriso no canto dos olhos.
Eu sei que a viagem é longa. A voz vai e vem...
Você ta aí?
Você ta aí?
Ei, você está aí?
Vontade de abraçar o infinito.

domingo, 5 de junho de 2011

-Ausência.


O dinheiro. Ah, o dinheiro pode comprar quase tudo, menos o amor. O dinheiro compra bem estar, sorrisos, "conhecimento", status, prazer, interesses.
O amor nasce de onde se pensa não existir esperança. O amor é o único que nos faz capaz de sorrir e ou chorar, incontestavelmente. O amor é verdade, companheirismo, respeito.
O amor é suficientemente AMOR, quando sentido em sua essência.
O amor é como um jardim. Ele precisa ser cuidado, poupado e regado constantemente.

O sofrimento da ausência desse sentimento nos deixa vulnerável e incapaz.