terça-feira, 14 de junho de 2011
Dançar meu mundo!
Dançar meu mundo, meu mundo dança. E aqui se embalança! Agora na hora dança, o meu mundo dança! Na hora vamos embora, pois já está na hora. Você ver em mim, coração assim, quer amar assim. Coração avisa. Mulheres, sombras bonitas e o sol, dos desejos dos tios e das avós, muitas crianças bonitas chorando... E o desejo, os desejos erros. O desejo meigo.
Agora na hora dança... Conforto alucinante, tranqüilidade na clareira do caos. O ponteiro, ele rodou mais rápido no mesmo relógio de ontem. O que as horas guardam nos espaços do contratempo?
O desejo é um tempo parado. É quando se trocam as datas dos bichos e das flores. É quando aumenta a rachadura da velha parede. É quando se vira a folha, a folha da história... É quando se pinta um fio branco na cabeleira preta. É quando se endurece o rastro de sorriso no canto dos olhos.
Eu sei que a viagem é longa. A voz vai e vem...
Você ta aí?
Você ta aí?
Ei, você está aí?
Vontade de abraçar o infinito.
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